Vê-se no mundo hodierno uma verdadeira guerra entre sonhos e desilusões, homens contra homens lutando por uma continuidade e evolução da sua própria existência. Infelizmente estes tipos de conflitos têm se intensificado ao longo dos tempos trazendo consigo verdadeiro sofrimento a todo o gênero humano, que por sua vez tem como única resposta um desprezo pelas coisas mais sublimes.
A ambição tem se tornado cada vez mais o plano de cada pessoa, a história de ninar de toda criança, o livro de cabeceira dos maiores intelectuais, onde todos esses se unem a favor de um individualismo que acarreta em uma série de outros fatores sempre em detrimento daquilo que desde os primórdios a humanidade tentou construir, isto é, uma sociedade verdadeiramente capaz de sustentar todos os homens que dela participam dando na justa medida aquilo de que necessitam para se desenvolverem plenamente.
Devido a busca por saber o porquê de as mariposas se unirem em volta das luzes dos postes, invadirem casas, e estabelecimentos comerciais em busca de luz soube-se que em seu curto tempo de vida a mariposa voa a noite para se proteger do calor, dos predadores, evitar a desidratação e a queimadura de sol, adquirindo assim hábitos noturnos. As mariposas utilizam as luzes naturais para se guiarem e subir à altura das correntes de vento que as conduzam para uma distância considerável, (distância essa que com seus próprios esforços não conseguiriam alcançar), a fim de disseminar sua espécie em locais bem distantes de onde nasceram. Então se deparam com as luzes artificiais e se prendem em ficar circulando, e circulando, e circulando, até que sua breve vida se esvai e muitas vezes ela não se distancia nem ao menos um metro do lugar onde iniciou seu voo. Nota-se na humanidade esta necessidade de distinguir a “luz verdadeira”.
Muitos são os caminhos, todavia, apenas dois os resultados, muito distintos entre si, diga-se de passagem. As luzes frouxas de mentes ensoberbecidas nunca serão capazes de elevar as mariposas tão sequiosas de futuro às correntes de vento que as lançarão a um novo horizonte. Ao passo que aqueles grandes luzeiros já tão conhecidos, porém de caráter inigualável e magnitude ímpar, são como portas abertas ao sublime, onde a continuidade e a sobrevivência alcançam pleno sentido e cumprimento. Os mencionados resultados são: ou se tem o sucesso (não no sentido efêmero que tanto se preza na atualidade) ou se tem a derrota. Em toda a sua vida o homem aprende a traçar metas e alcançar objetivos, porém, "O perigoso não é pensar grande e não conseguir; o perigoso é pensar pequeno e conseguir." (Luís Marins).
Ao se deparar com os altos postes das ruas com os neons dos grandes centros os homens pensam ser esse o maior objetivo e ao tê-lo alcançado se contenta em manter sua posição, porém ao fim de sua breve vida vê-se a menos de um metro de onde alçou voo, e já nos últimos instantes talvez, devido à sua racionalidade, se pergunte: “Mas por que eu não saí do lugar após longas jornadas de esforços?” e reparando nas quantas e quantas mariposas de lugares simples que seguindo a luz da lua alcançaram os mais longínquos recantos percebam que em toda sua luta sem o auxílio do vento gastaram seu tão breve e precioso tempo circulando, circulando e circulando.
A ambição tem se tornado cada vez mais o plano de cada pessoa, a história de ninar de toda criança, o livro de cabeceira dos maiores intelectuais, onde todos esses se unem a favor de um individualismo que acarreta em uma série de outros fatores sempre em detrimento daquilo que desde os primórdios a humanidade tentou construir, isto é, uma sociedade verdadeiramente capaz de sustentar todos os homens que dela participam dando na justa medida aquilo de que necessitam para se desenvolverem plenamente.
Devido a busca por saber o porquê de as mariposas se unirem em volta das luzes dos postes, invadirem casas, e estabelecimentos comerciais em busca de luz soube-se que em seu curto tempo de vida a mariposa voa a noite para se proteger do calor, dos predadores, evitar a desidratação e a queimadura de sol, adquirindo assim hábitos noturnos. As mariposas utilizam as luzes naturais para se guiarem e subir à altura das correntes de vento que as conduzam para uma distância considerável, (distância essa que com seus próprios esforços não conseguiriam alcançar), a fim de disseminar sua espécie em locais bem distantes de onde nasceram. Então se deparam com as luzes artificiais e se prendem em ficar circulando, e circulando, e circulando, até que sua breve vida se esvai e muitas vezes ela não se distancia nem ao menos um metro do lugar onde iniciou seu voo. Nota-se na humanidade esta necessidade de distinguir a “luz verdadeira”.
Muitos são os caminhos, todavia, apenas dois os resultados, muito distintos entre si, diga-se de passagem. As luzes frouxas de mentes ensoberbecidas nunca serão capazes de elevar as mariposas tão sequiosas de futuro às correntes de vento que as lançarão a um novo horizonte. Ao passo que aqueles grandes luzeiros já tão conhecidos, porém de caráter inigualável e magnitude ímpar, são como portas abertas ao sublime, onde a continuidade e a sobrevivência alcançam pleno sentido e cumprimento. Os mencionados resultados são: ou se tem o sucesso (não no sentido efêmero que tanto se preza na atualidade) ou se tem a derrota. Em toda a sua vida o homem aprende a traçar metas e alcançar objetivos, porém, "O perigoso não é pensar grande e não conseguir; o perigoso é pensar pequeno e conseguir." (Luís Marins).
Ao se deparar com os altos postes das ruas com os neons dos grandes centros os homens pensam ser esse o maior objetivo e ao tê-lo alcançado se contenta em manter sua posição, porém ao fim de sua breve vida vê-se a menos de um metro de onde alçou voo, e já nos últimos instantes talvez, devido à sua racionalidade, se pergunte: “Mas por que eu não saí do lugar após longas jornadas de esforços?” e reparando nas quantas e quantas mariposas de lugares simples que seguindo a luz da lua alcançaram os mais longínquos recantos percebam que em toda sua luta sem o auxílio do vento gastaram seu tão breve e precioso tempo circulando, circulando e circulando.

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